SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À
DISTÂNCIA – SEDIS
PÓLO DE CAICÓ
CURSO: MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
COORDENADORA DO CURSO: CÉLIA
MARIA DE ARAÚJO
JANETE DE AZEVEDO DA COSTA
LEITURA E ESCRITA:
MODOS DE LER E ESCREVER ATRAVÉS DE SOFTWARES DE AUTORIA.
SÃO
JOSÉ DO SERIDÓ-RN
2012.
JANETE
DE AZEVEDO DA COSTA
LEITURA
E ESCRITA
MODOS
DE LER E ESCREVER ATRAVÉS DE SOFTWARES DE AUTORIA
Relatório apresentado para a avaliação final
do Curso de Especialização em Mídias na Educação, sob a orientação do Prof. Dr.
Derivado dos Santos.
SÃO
JOSÉ DO SERIDÓ-RN
2012
Ao meu esposo João
Trajano por não fazer nenhuma objeção quando procuro adquirir mais
conhecimentos, aos meus filhos: João Eduardo, Júnior e Jones por me apoiarem e
incentivarem a seguir em frente nas minhas decisões, a minha neta Emanoela que
é minha inspiração nos momentos de incertezas, as colegas de curso com quem
divide e compartilhei minhas angustias, preocupações e dificuldades, com as
quais pude contar com suas valiosas ajudas e trocas de experiências.
Em primeiro lugar quero agradecer a Deus por
me dar forças de superar todos os desafios encontrados no decorrer da vida e
estar sempre ao meu lado nos momentos mais difíceis.
A minha família por estar sempre ao meu lado
compartilhando os momentos bons e ruins do qual tiro forças para construir
minhas vitórias.
À secretária de Educação Flávia Medeiros por
não medir esforços em nos fornecer o meio de transporte imprescindível para a
locomoção até o polo de Caicó, com vistas aos encontros presenciais.
À Coordenadora Célia, aos professores, à
tutora Jailda Oliveira e especialmente ao prof. Dr. Derivaldo pela sua
dedicação e competência orientando nos momentos de apredizagem.
Aos colegas Professores, em especial à Ozória
e José Medeiros que partilharam comigo essa experiência de trabalho na Escola
Raul de Medeiros Dantas.
A todos, meu muito obrigada.
1. INTRODUÇÃO.................................................................................................................. 07
2.
CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA ............................................................................... 12
3.
ETAPAS DESENVOLVIDAS ......................................................................................... 15
3.1 Fase 1................................................................................................................... 15
3.2 Fase 2................................................................................................................... 16
3.3 Fase 3.................................................................................................................. 20
4.
CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................................ 21
5.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................................. 23
6. ANEXO.............................................................................................................................. 25
O presente relatório visa registrar as ações desenvolvidas
no período de 25 de julho a 31 de agosto de 2012, na Escola Municipal Raul de
Medeiros Dantas Ensino Fundamental e Médio, referentes a modos de ler e
escrever através de softwares de autoria na sala de leitura como um dos
recursos didático-pedagógico e assim refletir sobre o seu uso em oficinas
realizadas com este tema na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas. O projeto
teve como objetivo analisar a importância e os benefícios que estes meios de
comunicação de massa podem trazer para a educação, ao serem inseridos como
instrumentos pedagógicos na escola e na educação. Este estudo procurou
compreender também a relação que esta forma de arte tem no processo educativo e
de ensino e aprendizagem da criança, auxiliando aqueles que ainda não sabem ler
e escrever “corretamente”, ou seja, entende-se que estes softwares de autoria
acompanhados de outros recursos metodológicos são mecanismos fundamentais e
satisfatórios para o enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem do nosso
educando.
Palavras-chave:
Modos de Ler e Escrever, Educação,
Recursos Didático-Pedagógico.
1.
INTRODUÇÃO
Ao
longo do tempo, nossa civilização tem desenvolvido diferentes tecnologias de
informação e de comunicação, como a oralidade, a escrita, a fotografia, o vídeo
ou o suporte digital (MARQUES, 1999). A materialidade da tecnologia da escrita
consiste em um importante suporte de memorização de saberes no contexto atual onde
o mundo globalizado exige cada vez mais o conhecimento especializado, pois os
estudantes do século XXI são diferentes dos alunos de décadas atrás. Hoje,
esses estudantes têm fáceis acesso a uma multiplicidade de informações, são
afeitos à rapidez e aos recursos multimídias, conhecem maneiras dinâmicas de
acessar o conteúdo que lhes interessa. Obviamente, é difícil mensurar a
qualidade da informação acessada por eles, quando utilizam meios digitais. E
que em tempos de globalização, coloca-se à escola outro desafio: o de educar
para uma cidadania global cabendo-lhe favorecer o desenvolvimento da competência
leitora condição imprescindível para o desevolvimento pessoal e plena participação
social.
Pode-se
afirmar que as novas tecnologias são de fundamental importância na contribuição
para a comunidade escolar, uma vez que ao adotá-la como um dos recursos
didáticos na sala de aula tem-se a contribuição para o crescimento intectual e
a construção de novos conhecimentos dos nossos alunos, nesse sentido as pessoas
com mais experiências têm um papel fundamental no contexto atual.
De acordo
com Marques pode-se afirmar que a contribuição das novas tecnologias possa
influênciar no cotidiano escolar e assim torna-se prudente, portanto,
analisarmos com cautela a utilização das TICS nos diferentes contextos sociais,
pois a tecnologia não deve surgir no contexto social como algo de fora,
impactando o cotidiano dos sujeitos (LÉVY, 1999), mas ser fruto das relações
sociais, das negociações permanentes desencadeadas para cada uso específico de
uma determinada tecnologia.
Portanto
entende-se que o uso de determinadas tecnologias não se restrigem apenas ao
aprendizado de como operar os artefatos tecnológicos, como também aos possíveis
usos necessários daquele artefato. Trata-se de uma realidade que se incorporada
à vida das pessoas, não dá para ser diferente. É preciso observar que tudo que
fazemos hoje, na escola, nas instituições bancárias, nas universidades, nas
fábricas, nos deparamos com aparelhos tecnológicos e informacionais. Estamos
diretamente ligados ao uso das novas tecnologias e conscientes de sua
incorporação na vida cotidiana. Esse processo promove a adaptação dos sujeitos
a um determinado uso da tecnologia e não provoca a reorganização das práticas
sociais e das práticas educacionais segundo Alava (2002).
Então
com o advento e o desenvolvimento das tecnologias digitais, vivemos e
convivemos também em ambientes digitais, produzindo, lendo, preenchendo e
trocando diversos gêneros textuais em várias situações que têm se tornado cada
dia mais corriqueiro. Sendo assim, tornou-se necessário também se trabalhar com
nosso educando como usar novos artefatos para que se torne um bom leitor e
escritor usando adequadamente os recursos verbais e não verbais requeridos pelo
gênero textual que circulam em nossa sociedade.
Diante
disso, nosso trabalho teve como eixo central a necessidade de pensar as
propostas educativas, ressaltando as dimensões pedagógicas que despertasse o
interesse maior do nosso educando no ato de ler e escrever em diferentes tipos de textos. Buscou-se
também refletir sobre estas questões, rever as práticas pedagógicas,
possibilitando assim um trabalho dinâmico onde as crianças que são sujeitos
socialmente ativos, possam adqurir novas práticas de letramento. Na escola, a
relação da lingua oral com a linguagem escrita e da leitura do mundo com
leitura da palavra encontra-se em evidência no processo de formação do leitor que
precisa de um espaço para falar e registrar suas ideias e expeciências.
Sabe-se
que o exercício da docência é uma tarefa que envolve a parceria e a
participação de ambas as partes aluno/professor e professor/aluno, portanto é
importante ressaltar que essa parceria seja trabalhada com objetividade para
que diante dos objetivos propostos os resultados sejam satisfatórios ao âmbito
educacional.
Segundo Edgar Morim no artigo “os sete saberes necessários
à educação do futuro” (2000,p.6)
A literatura é para os adolescentes
uma escola de vida e um meio de adquirir conhecimentos. As ciências sociais
vêem categorias e não indivíduos sujeitos a emoção, paixões e desejos. A
literatura, ao contrário, como nos grandes romances de Tolstoi, que aborda o
meio social, a família, o histórico e o concreto das relações humanas com uma
força extraordinária.
É fácil
afirmar quão a literatura influencia o nosso meio, e a vantagengem é que ela
nos leva a refletir e ver o quanto o ser humano é complexo, pois a partir de uma leitura ele terá a
possibilidade de uma nova construção daquilo que leu. Ao se tratar da leitura,
os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN- BRASIL, 1998, p.69) apontam que:
A leitura é o processo no qual o
leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a
partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor,
de tudo o que sabe sobre alinguagem etc. Não se trata de extrair informação,
decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade
que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem
as quais não é possível proficiência.
Partindo
deste pressuposto Freire (1980, p.3) explica que ler não é apenas passar os olhos
por algo escrito, não é fazer a versão oral de um texto. Ler significa ser
questionado pelo mundo e por si mesmo, significa poder ter acesso a essa
escrita com determinação e autonomia do que leu, significa construir uma
resposta que integra parte das novas informações ao que se é.
Visando
contribuir para a efetivação do uso de softwares educativos na educação, o
presente trabalho buscou propiciar ao nosso educando atividades diversificadas,
utilizando-se de uma metodologia prazerosa, oferecendo práticas de leitura e
escrita que envolvessem uma diversidade de gêneros textuais, utilizando-se
também de softwares disponíveis no próprio computador, bem como na Internet,
permitindo aos alunos a construção de significados a partir de suas leituras de
mundo. Percebendo-se a dificuldade que
ainda apresentam nossos alunos em ler, escrever e interpretar, a presente
proposta procurou proporcionar métodos significativos de ensino/aprendizagem,
buscando torná-los agentes conscientes de que a leitura, interpretação e escrita
lhes serão úteis ao seu codiatiano.
O presente
relatório visa registrar as ações desenvolvidas no periodo de 25 de julho a 31
de agosto de 2012, na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas Ensino
Fundamental e Médio, referentes a modos de ler e escrever através de softwares
de autoria na sala de leitura como um dos recursos didático-pedagógico e assim
refletir sobre o seu uso em oficinas realizadas com este tema na Escola
Municipal Raul de Medeiros Dantas. O projeto teve como objetivo analisar a
importância e os benefícios que estes meios de comunicação de massa podem
trazer para a educação, ao serem inseridos como instrumentos pedagógicos na
escola e na educação.
É
importante ressaltar que para se desenvolver um sujeito intelectualmente
competente, precisamos ter contato com diferentes fontes de pesquisa e isso
acontece através da ação que o ensino-aprendizagem lhe é proporcionado. Junto a
este objetivo maior, surgiram mais três outros específicos: Valorizar as
produções textuais dos alunos, incentivando a publicação e divulgação das
mesmas; promover a reflexão sobre a importãncia da escrita; propiciar situações
de práticas leitoras com os diferentes tipos e gêneros textuais; Possibilitar ao
aluno o desenvolvimento das capacidades e habilidades lingüisticas: falar,
escutar, ler e escrever.
Para
garantir um bom desenvolvimento dos objetivos almejados, trabalhou-se com
diversos gêneros textuais, chamando a atenção dos educandos para a grande
diversidade de leitura que existe no mundo que os rodeia, utilizando-se de
métodos e mecanismos inovadores não utilizados convencionalmente na sala de
aula. Pois o importante não é apenas aplicar novos métodos, e sim oferecer à comunidade
escolar nova maneiras de se apropiar da leitura e escrita, através da criação de espaços de aprendizagem
que propiciem e estimulem a conexão entre os saberes, pois considerando a
necessidade de produzir um avanço na qualidade do ensino no Brasil, é de
fundamental importância propiciar aos estudantes espaços de contato com a
informação e com o conhecimento além da sala leitura aula. E com isso acredita-se
que as salas de leituras escolares podem dar sua
contribuição na formação de alunos e cidadãos competentes no acesso à
informação e no seu uso.
Segundo
Lévy (1993), construções internalizadas nos espaços da memória das pessoas
foram criadas pelos homens para avançar no conhecimento e aprender mais. A
linguagem oral, a escrita e a linguagem digital (dos computadores) são exemplos
paradigmáticos desse tipo de tecnologia. Articuladas às tecnologias da
inteligência, temos as "tecnologias de comunicação e informação",
que, por meio de seus suportes (mídias ou meios de comunicação, como o jornal,
o rádio, a televisão) realizam o acesso, a veiculação das informações e todas as demais formas de articulação
comunicativa em todo o mundo.
Em
razão das Mídias estarem presentes no nosso cotidiano, a educação não pode
caminhar distante destes recursos tecnológicos. Foi então que priorizamos o
trabalho com diversos tipos de mídias, mesmo aquelas mais tradicionais,
enfocando em alguns momentos a câmera digital como uma tecnologia interessante
a ser explorada no projeto. Computador com acesso à Internet, para utilização
de softweres como o Hagá quê, Tux Paint, Slide show, Cmaptool, pesquisas e
elaboração de textos.
Dentre
as diversas ferramentas que auxiliam os educandos no processo de aprendizagem
tem-se o computador como um grande aliado. O computador, representando as
diversas ferramentas da informática e os softwares
educativos usados na educação, torna-se cada vez mais um
amplificador de potencialidades na capacitação e aperfeiçoamento de alunos,
professores e das próprias instituições de ensino.
Todos conhecem o caráter lúdico das
histórias em quadrinhos (HQs) e muitos a consideram uma forma de arte. Além de
entreter, as HQs podem auxiliar no processo de ensino-aprendizagem dos mais
diversos conteúdos, como geografia, matemática, história, português e idiomas
estrangeiros, transmitindo conhecimentos de maneira lúdica, prazerosa e de
fácil entendimento, os quais vão ajudar na sua formação pessoal e contribuir
para seu desenvolvimento intelectual.
Baseado nestas características
positivas das HQs, surgiu a proposta de desenvolvimento do software Hagá Quê,
um editor de histórias em quadrinhos com fins pedagógicos. O Hagá Quê foi
desenvolvido de modo a facilitar o processo de criação de uma história em
quadrinhos por uma criança ainda inexperiente no uso do computador, mas com
recursos suficientes para não limitar sua imaginação. E, como resultado do
crescente uso por pessoas com necessidades especiais, o software vem passando
por um processo de redesign visando melhorar sua acessibilidade.
O TUX PAINT
também é um progama educativo perfeito para incentivar a criatividade das
crianças, utilizando ferramentas simples de desenhos no computador, o programa,
apesar de não possibilitar grandes resultados e de não servir para
profissionais, atende às expectativas e faz bem o que promete, apresentando
recursos bastante acessíveis ao público infantil. Além disso, por conter a
tradução em português, ele pode ajudar no treino da leitura e escrita,
proporcionando experiência mais completas para o desenvolvimento do
ensino/aprendizagem.
Diante da importância e da necessidade imperiosa do uso das TICs, foram criadas estratégias que potencializem a
aprendizagem de nossos alunos, fazendo com eles busquem uma forma dinâmica e
prática de utilizar a aprendizagem no seu dia-a-dia e, para isso, construiremos
um vídeo ou slade que será confeccionado a partir do desenvolvimento do projeto
e apresentado na terceira mostra literária que acontecerá em nossa cidade,
divulgando assim a postura do estudante no momento das apresentações públicas
com os significativos apredizados e êxito.
2. CARACTERIZAÇÃO
DA ESCOLA ONDE FOI EXECUTADO O ESTUDO
A
escola base para este estudo foi a Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas-
Ensino Fundamental e Médio, que está situada a Rua Manoel Sabino, 189, centro,
São José de Seridó/RN. A qual foi costruida em 1975, na gestão do prefeito José
do Carmo Dantas, através da lei nº 42/75, de agôsto do mesmo ano, mas só
começando suas atividades normais em
1976, contando com a coloboração da
secretaria de Educação e Cultura do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da
portaria nº 0334/76- GS, de 16 de Dezenbro de 1976, que autorizou o
funcionamento da referida instituição. A mesma atende alunos do Ensino
Fundamental do 1º ao 9º ano e no momento atende a uma cientela de 508
educandos.
Localizada
no centro da cidade, a escola Raul de Medeiros Dantas é uma referência no
município, e por ser a única que oferece o Ensino Fundamental, recebe alunos de
todos os bairros, bem como da zona rural.
Quanto
à estrutura física, tecnológica e pedagógica, apresenta-se de boa qualidade,
uma vez que a escola dispôe de um espaço satisfatório para desevolver suas
atividades, possui laboratório de informática, sala de recursos
multifuncionais, sala de vídeo equipada com projetores multimídia, algumas
salas de aula tem TV e DVD, sala de leitura equipada com livros, revistas,
gibis, jogos educativos, fantoches, sistema de som e de registro de imagens
digitais, biblioteca com um bom acervo e uma variedade de outros equipamentos
tecnológicos que dão suporte ao trabalho pedagógico e administrativo.
Percebe-se
que os seguimentos que compõem a instituição apresentam um bom relacionamento.
Os profissionais participam atualmente de cursos de capacitação, como
Introdução à Educação Digital, do Proinfo, Plataforma Freire, Mídias em
Educação, AEE, Conselho Escolar, Música, pela UFRN, entre outros.
Quanto
à gestão, apesar de não existir ainda o
processo de eleição para escolha de gestores, existe um espaço de diálogo
democrático, onde as decisões são pautadas nas deliberações do Regimento
Escolar, Conselho Escolar, Conselho de classe e nas orientações do projeto
político Pedagógico que está em fase de reestruturação.
O presente
relatório visa registrar as ações desenvolvidas no periodo de 25 de julho a 31
de agosto de 2012, na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas Ensino Fundamental
e Médio, referentes a modos de ler e escrever através de softwares de autoria
na sala de leitura como um dos recursos didático-pedagógico e assim refletir
sobre o seu uso em oficinas realizadas com este tema na Escola Municipal Raul
de Medeiros Dantas. O projeto teve como objetivo analisar a importância e os
benefícios que estes meios de comunicação de massa podem trazer para a
educação, ao serem inseridos como instrumentos pedagógicos na escola e na
educação.
Diante
do contexto atual em que estamos vivendo, tornou-se imprescindível um olhar
diferenciado para as práticas de leitura e produção textual principalmente na
Sala de Leitura, utilizando-se de modos diversificados de leitura e escrita. Para
tanto estão sendo implementados e
efetivados métodos inovadores que chamem a atenção dos nossos educandos na sala
de leitura do Ensino Fundamental. Por meio destes observou-se no período de 25
de julho a 31 de agôsto de 2012 a turma no 3ª 1 do Ensino Fundamental 1, do
turno matutino, da escola municipal Raul de Medeiros Dantas- Ensino Fundamental
e Médio da rede pública de ensino da cidade de São José do Seridó - RN.
As
observações se deram da seguinte forma: Ao ministrar as oficinas procuramos
registrar tudo o que acontecia durante a execussão das mesmas através de
fotografias e de um diário de campo, escrito para assim poder relatar todas as
atividades desenvolvidas durante a realização dos trabalhos. No final de cada
observação, recolhemos e fotocopiamos todas as atividades realizadas em cada
oficina ministrada na sala de leitura, no laboratório de informática e na sala
de recursos multifuncionais para um melhor esclarecimento. Para o registro de
nossas ações, inicialmente faremos uma descrição da escola, dos professores
parceiros na execussão do projeto, dos alunos, do material didático utilizado e
finalmente da nossa relação com os alunos.
O
trabalho realizado com a turma do 3ª ano1, turno matutino, seu deu no período
de 25 de julho a 31 de agôsto do corrente ano através de oficinas realizadas
nos diversos locais apropriados para que todas as atividades ministradas
tivessem um bom êxito. As crianças gostaram muito da metodologia aplicada: na
primeira oficina que acorreu no dia 25 de julho, as crianças divertiram-se fazendo a leitura da poesia de Elias José Tem tudo a ver, pois aconteceu
num ambiente diferente e de maneira não convencional ao local de sempre que
é a sala de aula ou a sala de leitura, dava pra notar a satisfação de cada um
ao fazer sua leitura deleite, não houve resistência dos mesmos quanto à
indicação do texto, o mesmo é agradável, de facil entendimento e coerente com a
realidade das crianças. Percebemos também que devido ser uma poesia e as freses
serem curtas, poucas foram as dificuldades encontradas na interpretação e
entonação de voz na hora de ler individualmente. Foi um sucesso! Algumas
crianças escolheram outros textos e outras
mantiveram-se lendo a mesma poesia para entender melhor .
Os envolvidos no referido
processo foram professores, equipe pedagógica
e alunos do 3º ano 1 da Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas Ensino
Fundamental e Médio.
Neste trabalho a
professora titular da turma Ozória Maria Bezerra Dantas, junto ao professor do
laboratório de informática, somando-se a nós, desempenharam o papel de
mediadores dos conhecimentos, onde buscamos construir juntos com os alunos,
mecanismos para o desenvolvimento das atividades propostas.
A equipe pedagógica e
professores atuaram nas orintações necessárias para um bom desenvolvimento dos
trabalhos e os alunos desenvolveram as atividades propostas para melhor reconhecer
e comprender diferentes gêneros textuais, ampliando assim sua capacidade
leitora e produtora de textos. Convém ressaltar ainda que a realização do
projeto se deu através de três etapas, conforme se pode ver no capítulo a
seguir.
3.
ETAPAS DESENVOLVIDAS.
3.1
Fase 1: Sensibilização.
No
dia 25 de julho do ano em curso, na sala de multimídias da escola anteriormente
citada, foi feito uma explanação geral para transmitir aos alunos e demais
membros da escola a importância desse projeto em função da melhoria no ato de
ler e escrever bem. Para isso, nos apropriamos de alguns recursos tecnológicos
para mostrar as novas formas de ler e escrever; através de uma aula expositiva
utilizei o datashow para fazer uma explanação do projeto e aproveitando o
momento fizemos a leitura de pequenos textos dentre os quais foi lida fábulas,
poesias e poemas para apresentar aos mesmos que tipos de textos iriam ser
aplicados no desenrolar dos trabalhos. As fábulas foram lidas inicialmente como
motivação para que as crianças se familiarizassem primeiramente com essa nova
metodologia que era a de lê através de outro instrumento que não fosse os
livros, tendo sido bem aceito por toda essa nova maneira de praticar leituras.
Diante
das leituras realizadas observamos o envolvimento, interesse e desempenho de
todos, pois se encontravam num local aconchegante e praticando a leitura de
modo diferente, foi positivo esse momento de leitura e descontração onde foram
tiradas lições de vida e bons ensinamentos, além de estarem praticando a
leitura deleite.
3.2
Fase 2 : Desenvolvimento das Atividades com os Softwares
No
dia 25 de julho foi ministrada a 1ª oficina no laboratório de informática onde
as crianças fazendo uso de computadores com acesso à internet pesquisaram a
poesia de Elias José “Tem Tudo a Ver”. Fizeram a leitura da mesma e tiveram a
oportunidade de descobrir que por meio desse veículo de comunicação, poderiam
ter mais opções de leituras. Nesta oficina foi observada a interação entre os
mesmos, houve troca de expêriencia, de ajuda mútua, cada um querendo ajudar ao
outro a superar as difilculdades enfrentadas, tanto no manuseio em operar o
computador como na leitura dos textos. Diante do sucesso e apredizagem obtidos
nessa oficina, entende-se que esses tipos de metodologias inovadoras devem ser
trabalhadas em sala de aula. Para embuir nos mesmos e ajudar a desenvolver o
gosto e o hábito de ler, foi imprescidível enfocar a leitura de maneira
descontraída e prazerosa nas atividades desse momento oportunizando as crianças
uma leitura global de textos encontrado no seu convívio social e ressaltamos,
também, a importância de vivermos na era digital que diante de tantos artefatos
modernos como são as TICs e outros, nosso educando não se contenta com os métodos
tradicionais, embora estes não possam ser excluídos dos métodos de
ensino/aprendizagem.
Dando
continuidade aos trabalhos no dia 30 de julho ministramos a segunda oficina,
dessa vez as crianças foram conduzidas até a sala de recursos multifucinais
para mais um momento de contato com a leitura e utilizando o datashow
interligado ao computador com internet. Lá, acessamos o site
www.contandohistoria.com, escolhemos na página 1 Histórias Divertidas e fizemos
a leitura das seguintes historinhas: O
gatinho Trapalão, Maricota a vaca vaidosa, O sapo Jurubeba, e o palhaço mocotó,
após a leitura, resolvemos fazer
algumas perguntas para investigar se houve interpretação e aprendizado do que
se tinha lido, de acordo com os resultados foi possível observar que foi bastante
produtivo o entendimento, foram tiradas lições de vida, sem falar da
empolgação que cada um demonstrava ao ler o texto escolhido, além de praticar a
leitura como fonte de aprendizagem e prazer. Foi muito divertido, pois como bem mostra o
site da página acima citada, houve um envolvimento total das crianças com os
textos apresentados das Histórias Divertidas.
Com
o propósito de nortear os trabalhos sobre leitura e escrita, no dia 08 de
agôsto se deu a 3ª oficina na sala de leitura local convicional dos trabalhos
diários com as turmas que por lá são atendidas.
Como a poesia e o poema fazem parte do nosso acervo e é um dos textos
convidativos de se ler, nessa oficina trabalhamos ouvindo e lendo poemas e
poesias para se ter um conhecimento mais abrangente do que estamos lendo, pois
sabemos que existe uma pequena diferença entre poesia e poema.
No início de seu livro, O Arco e a Lira, o escritor e
poeta Octavio Paz, afirma que a poesia é, entre as demais coisas
que ele enumera “um método de libertação interior.” E
ainda “…a poesia revela este mundo; cria outro…”. Portanto,
sugere estarmos diante da revelação de outro mundo, isto é, do inconsciente ou
imaginário, que é algo bem distinto a todos os demais conhecimentos que
possuímos hoje da dita realidade.Para Paz, o poema seria uma forma - como forma é a estátua do
escultor; a sinfonia, sonata e balada do músico; um filme, uma pintura, entre
outros. E a forma do poema é a convenção estética, na qual pode habitar a
poesia, que é o resultado artístico da relação entre ser humano e estado
poético. Essa relação é o lugar
de encontro entre o poeta e o
estado poético, para dela emanar poesia. Nós acrescentaríamos a isso, o
seguinte: a poesia expressada, escrita (poema), não seria precisamente a
poesia-em-si, pois ela já existiu na fusão emocional, antes de adquirir a
forma. Na verdade, seria mais apropriado pensar, ao tratar-se do poema escrito,
como uma memória da imagem poética, isto é, do acontecido, que ao ficar
gravado, em letras no papel, pode reavivar novos climas poéticos nos leitores,
podendo estes vir a ser poetas se conseguirem gravar artisticamente as emoções
resultantes. (Revista de Cultura Agulha,
2006)
Então,
esta é a diferença: quando falamos em poema, estamos tratando da obra, do
proprio texto: e, quando falamos em poesia, tratamos da arte, da habilidade de
tornar algo poético. Feito os esclarecimentos entre poema e poesia começou-se
os trabalhos de leitura nesse momento com o poema de Elias José Caixa
mágica de surpresa, foi mais um momento de prazer
com as crianças. Novamente em círculo fizemos uma leitura silenciosa seguida e
outra compartilhada por todos e consequentemente fomos trabalhar a
interpretação do texto onde foram feitas as seguintes perguntas: Qual o título
do texto? De que falava o texto? Que outro título eles dariam ao texto? Que
mensagem o poema tinha trazido pra eles?
Em seguida cada aluno declamou uma estrofe para assim observarmos a desenvoltura, a entonação de
voz e pontuação, além de estar
incentivando o gosto e o prazer em ler esse
tipo de texto.
Foram proveitosos os resultados dessa oficina, a
participação foi geral, cada um que se empolgava em demonstrar suas habilidades
de como se declamava um poema, usando o timble de voz adequada para assim puder
demonstrar para a clientela que os assistia suas habilidades em ler um texto literário. A pesar de nem tudo
ser perfeito, ainda existem aquelas crianças que ainda não se deram conta que é
através da leitura que nos tornamos seres conscientes e reflexivos, conforme
está escrito na revista Presença Pedagógica pag 34 v.18.n.103. Jan. /fev.2012
de acordo com (LIMA, 2007). Textos científicos e literatura têm um papel
fundamental na formação do aluno: sua capacidade de lidar com o conhecimento
formal são determinados, em grande parte, pelas
capacidades de compeensão na leitura de textos linguistícos elaborados.
No dia 14 de agôsto nosso
encontro foi na sala de leitura de maneira descontraída e agradável, convidamos
todos a sentarem em círculo e comecei a expor meu objetivo, que no momento era
de trabalhar a leitura brincando com as palavras e rimas e como trabalho os
textos em consonância com os projetos que estão sendo desenvolvidos na sala de
aula, trabalhamos o texto A CASA e o SEU DONO também do autor ELIAS JOSÉ, distribuímos
o texto fatiado e pedimos para se agruparem de dois em dois, em seguida feita a
leitura silênciosa e consequentemente a apresentação do texto destacando as
rimas contidas no mesmo para dar ênfase ao projeto que estava sendo
desenvolvido na sala de aula com a turma e assim seguir com os trabalhos sobre
o folclore. Dando prosseguimento à
oficina chegou a hora das apresentações onde cada um fazia a leitura de um
verso e o outro respondia, foi muito proveitoso esse momento, pois até aqueles mais tímidos participaram com
a ajuda do colega.
No dia 21 de agôsto, no
Laboratório de Informática, dando continuidade com as oficinas, alunos do 3º
ano 1 elaboraram histórias coletivas no Hagá Quê; O Hagá Quê é um editor de
texto de histórias em quadrinhos com fins pedagógicos, ele tem como proposta
facilitar o processo de criação de uma história em quadrinhos por uma criança
ainda inexperiente no uso do computador. Para a utilização e download destas
ferramentas, ou obter maiores informações sobre os softwares Hagá Quê visite o
site www.hagaque.cjb.net.
A
História em Quadrinhos se constitui em um recurso execelente que une imagem e
texto para trabalhar a linguagem. Mesmo não sabendo ler, a criança consegue
fazer a “leitura” de uma história. O fascínio pela imagem pode fazer com que as
crianças, ainda não alfabetizadas, compreendam um texto pela simples obsevação
da sequência de imagens. Ao mesmo tempo, esta ferramenta e a metodologia
utilizada promovem uma movimentação extra para a produção e a leitura de textos
por alunos já alfabetizados ou com maior grau de instrução. Assim, o Hagá Quê foi
apresentado aos alunos, explorando o manuseio e funções; Dispostos em círculo, através de uma conversação inicial, realizamos
uma demonstração através do uso do retoprojetor instrumento multimídia, de como
funciona esse software para que os alunos entendessem o objetivo proposto e como iriam utilizá-lo. Em seguida os alunos
pesquisaram figuras coletados previamente no programa e dentre essas figuras escolheram
quais seriam acrescentadas à História em
quadrinhos a ser construída.
Para
essa elaboração do texto as frases foram escolhidas para serem digitadas de
acordo com a figura em questão. Onde normalmente são construídos em média oito
quadrinhos, contendo o título, o desenvolvimento da história e seu desfecho
final.
No dia 28 de Agôsto
se deu a 6ª oficina no laboratório de informática onde as crianças novamente fizeram
uso do computador para desenvolver uma atividade utilizando as ferramentas de texto
do software denominado o Tux Paint. As crianças foram descobrindo novas formas,
linhas, cores, desenhos, efeitos etc.., e fazendo uma leitura prezerosa e
seguindo as instruções que o programa requer para a execução das atividades. Construiram
pequenos textos identificando assim a importância de mais um método utilizado
no ensino/apredizagem do momento atual.
Foram construidos acrósticos utilizando as palavras
SOCIEDADE, FAMÍLIA e EDUCAÇÃO, pois acrósticos são formas textuais onde a primeira
letra de cada frase ou verso formam uma
palavra ou frase. Podem ser simples, com frases ou palavras que não tenham
ligação entre si ou podem mesmo ser encerramento de uma poesia. Para a
construção dos acrósticos, as crianças utilizaram as palavras trabalhas
anteriormente na sala de leitura. Foi outro momento de grande apredizagem e o
que observamos de importante foi novamente a interação entre eles, no momento
as dificuldades por eles encontrada foi maior, pois para muito deles o acesso a
esse tipo de tecnologias era limitado, portanto a grande importância de inserir
no proceso de ensino e aprendizagem mecanismos como estes que vai dar um
entusiasmo maior no momento de desenvolver as atividades pedagógicas.
3.3 Fase
3: Trabalhando com Slide Show e Vídeos.
No dia 31 de agosto,
utilizando-se do computador, foi construído
um slide show pelos alunos e professores com
os registros das atividades desenvolvidas durante a execução e realização do projeto para apresentar a
comunidade escolar, como também na amostra literária que acontece anualmente em
nosso município. Este foi também
para nós um momento de muito aprendizado, pois diante do desenpenho das
crianças com esses novos meios tecnológicos muitos dos educadores deixam a
desejar nas habilidades que os mesmos desenvolvem. Eles se sentiam
gratificantes por poder nos ajudar na elaboração dos slides show, cada um que
queria dar a sugestão de como ficaria melhor e assim concluímos a elaboração do
mesmo. Foi nesse momento de aprendizagem junto a eles que pudemos notar quanto
nós educadores devemos estar atenados para com o uso diário das TICs no
cotidiano escolar.
4. CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Após
as investigações realizadas e procedimentos utilizados com a leitura e escrita
através dos softwares e outros mecanismos na sala de leitura, identificadas e
descritas nas etapas do trabalho com leitura e produção textual, foi possível
constatar que as ações desenvolvidas na referida escola constituíram uma
experiência enriquecedora. Na verdade trata-se de uma experiência singular que
os alunos apresentaram interesse pelas atividades que lhes foram atribuídas
através de uma metodologia inovadora bem sucedida porque partiu de situações
necessárias e do interesse de aprendizagem.
Entendendo
a sala de leitura como um espaço de produção cultural para as crianças,
selecionamos textos de obras literárias, tendo em vista a qualidade dos mesmos
onde fosse possível apreender e vivenciar com as crianças modos diferentes de
leitura e escrita, assim esse projeto enrriqueceu uma turma com 29 crianças
diretamente. Com essa metodologia, as atividades ficaram em evidência na ação,
reflexão e transformação do fazer pedagógico. Outro aspecto positivo foi a
incorporação gradativa dos alunos com a metodologia aplicada gerando uma
formação e uma intervenção substancial no fazer pedagógico da comunidade escolar,
como também na nossa vida profissional, podendo assim ser difundindo para as
demais turmas da referida escola, como também de outras escolas.
Os
saberes podem ser conquistados por adulto e criança nas suas interações a
partir de seu acesso às práticas sociais e culturais. Ler e escrever bem
significa a oportunidade de ação libertadora, capaz de nos inserir no mundo por
meio de uma formação de qualidade e repensar as práticas de leitura e escrita
nas escolas é direito dos professores e alunos. Este trabalho torna possível
afirmar a relevância da formação dos alunos associados à intervenção, num
movimento em que teoria e prática dialogam e se colocam a serviço da praxis
educativa.
Portanto
entende-se que o desenvolvimento do projeto foi de suma importância na formação
leitora das crianças e assim veio contribuir para refletirmos e compreedermos
melhor como trabalhar de maneira adequada a leitura e escrita na sala de
leitura através dos softwares de autoria e outros mecanismos como as novas
tecnologias
5. REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
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13, No 22, p. 169-191, 2010.
ARAÚJO, Célia Maria
de; FELIPE, Marcos Aurélio. Educação e Tecnologia
- Elaboração, Aplicação e Avaliação de Projetos
I – Aula 5. Natal, RN: EDFURN, 2007.
ALAVA, Serafim (Org.) Ciberespaço e Formações
Abertas: Rumo a Novas Práticas Educacionais? Porto Alegre: Artmed, 2002.
Bim, silva Amelia. Hagá Quê – Editor de História em Quadrinhos / Silvia Amélia Bim –
B51h – Campinas,[ S.P.:s.n.], 2001.
BRASIL. Secretaria de
Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental
– Brasília: MEC/SEF, 1997. 144p.
LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva – Por Uma Antropoplogia do Ciberespaço.
São Paulo; Loyola, 1998.
LÉVY,
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Janeiro: Ed. 34, 1999.
MARQUES, Osório. A Escola no Computador - Linguagens
Rearticuladas, Educação Outra. Unijui/RS: ED. Unijui, 1999.
MORAN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. Brasília/São
Paulo: Unesco/Cortez editora, 2000.
NOVA ESCOLA. Março
2005. “Como Criar Uma Escola Acolhedora”
p.52.
FREIRE, Paulo.
VIRILIO, Paul. O
Espaço Crítico. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1994.
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Acesso em 06 de Julho de 2011.
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futuro. Disponível em: http://www2.ufpa.br/ensinofts/artigo3/setesaberes.pdf.
Acesso em 22 de julho de 2012.
Sartoro, Edimar Roberto de Lima. Leitura
Para Além das Quatro Paredes Disponível
em: http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/leitura-para-alem-das-quatro-paredes.html.
Acesso em 14 de agôsto de 2012.
Gaffuri, Pricila. Menegassi,
Renilson José. A LEITURA E A PRODUÇÃO
TEXTUAL NO ENSINO FUNDAMENTAL. Disponível em http://www.escrita.uem.br/escrita/pdf/pgaffuri.pdf
com acesso em 12 de agôsto de 2012.
Brito, José Carlos A. O estado poético em Octavio Paz, Jung
e Frei Cáppio. Disponível em: http://www.revista.agulha.nom.br/ag50brito.htm
com acesso em 19 de setembro de 2012.
6. ANEXOS
Figuras
1 e 2. Apresentação do Projeto na turma do 3º ano 1.
Figura
3. A turma no laboratório de informática fazendo uso do computador para ler a
poesia “TEM TUDO A VER” de Elias José.
Figuras
4 e 5: A turma na sala de multimídias ouvindo e lendo poema, poesias e
histórias infantis.
Figura
6: A turma do 3º ano1 na sala de Leitura lendo e ouvindo o poema “A caixa de Surpresa” do Autor Elias
José, para conhecer um pouco mais.
Figura
7: A turma na sala de leitura brincando com emoções e palavras através da
poesia “A casa e o Seu Dono” do autor Elias José.
Figuras
8 e 9: A turma na sala multifuncional e no laboratório de informática para
construir historinhas no software Haga
Quê.
Figuras
10 e 11: A turma no laboratório de informática construindo Acrósticos no
software Tux Paint.
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