terça-feira, 16 de outubro de 2012


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE – UFRN
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA – SEDIS
PÓLO DE CAICÓ
CURSO: MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
COORDENADORA DO CURSO: CÉLIA MARIA DE ARAÚJO



JANETE DE AZEVEDO DA COSTA







LEITURA E ESCRITA:
MODOS DE LER E ESCREVER ATRAVÉS DE SOFTWARES DE AUTORIA.









SÃO JOSÉ DO SERIDÓ-RN
2012.

JANETE DE AZEVEDO DA COSTA










LEITURA E ESCRITA

MODOS DE LER E ESCREVER ATRAVÉS DE SOFTWARES DE AUTORIA







Relatório apresentado para a avaliação final do Curso de Especialização em Mídias na Educação, sob a orientação do Prof. Dr. Derivado dos Santos.
 


SÃO JOSÉ DO SERIDÓ-RN
2012
 


























Ao meu esposo João Trajano por não fazer nenhuma objeção quando procuro adquirir mais conhecimentos, aos meus filhos: João Eduardo, Júnior e Jones por me apoiarem e incentivarem a seguir em frente nas minhas decisões, a minha neta Emanoela que é minha inspiração nos momentos de incertezas, as colegas de curso com quem divide e compartilhei minhas angustias, preocupações e dificuldades, com as quais pude contar com suas valiosas ajudas e trocas de experiências.


AGRADECIMENTOS

Em primeiro lugar quero agradecer a Deus por me dar forças de superar todos os desafios encontrados no decorrer da vida e estar sempre ao meu lado nos momentos mais difíceis.
A minha família por estar sempre ao meu lado compartilhando os momentos bons e ruins do qual tiro forças para construir minhas vitórias.
À secretária de Educação Flávia Medeiros por não medir esforços em nos fornecer o meio de transporte imprescindível para a locomoção até o polo de Caicó, com vistas aos encontros presenciais.
À Coordenadora Célia, aos professores, à tutora Jailda Oliveira e especialmente ao prof. Dr. Derivaldo pela sua dedicação e competência orientando nos momentos de apredizagem.
Aos colegas Professores, em especial à Ozória e José Medeiros que partilharam comigo essa experiência de trabalho na Escola Raul de Medeiros Dantas.
A todos, meu muito obrigada.













 


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO.................................................................................................................. 07

2. CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA ............................................................................... 12

3. ETAPAS DESENVOLVIDAS ......................................................................................... 15
        3.1 Fase 1................................................................................................................... 15
        3.2 Fase 2................................................................................................................... 16
     3.3 Fase 3.................................................................................................................. 20

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................................ 21

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................................. 23

6.  ANEXO.............................................................................................................................. 25





RESUMO

O presente relatório visa registrar as ações desenvolvidas no período de 25 de julho a 31 de agosto de 2012, na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas Ensino Fundamental e Médio, referentes a modos de ler e escrever através de softwares de autoria na sala de leitura como um dos recursos didático-pedagógico e assim refletir sobre o seu uso em oficinas realizadas com este tema na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas. O projeto teve como objetivo analisar a importância e os benefícios que estes meios de comunicação de massa podem trazer para a educação, ao serem inseridos como instrumentos pedagógicos na escola e na educação. Este estudo procurou compreender também a relação que esta forma de arte tem no processo educativo e de ensino e aprendizagem da criança, auxiliando aqueles que ainda não sabem ler e escrever “corretamente”, ou seja, entende-se que estes softwares de autoria acompanhados de outros recursos metodológicos são mecanismos fundamentais e satisfatórios para o enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem do nosso educando.
Palavras-chave: Modos de Ler e Escrever, Educação, Recursos Didático-Pedagógico.












1.    INTRODUÇÃO


Ao longo do tempo, nossa civilização tem desenvolvido diferentes tecnologias de informação e de comunicação, como a oralidade, a escrita, a fotografia, o vídeo ou o suporte digital (MARQUES, 1999). A materialidade da tecnologia da escrita consiste em um importante suporte de memorização de saberes no contexto atual onde o mundo globalizado exige cada vez mais o conhecimento especializado, pois os estudantes do século XXI são diferentes dos alunos de décadas atrás. Hoje, esses estudantes têm fáceis acesso a uma multiplicidade de informações, são afeitos à rapidez e aos recursos multimídias, conhecem maneiras dinâmicas de acessar o conteúdo que lhes interessa. Obviamente, é difícil mensurar a qualidade da informação acessada por eles, quando utilizam meios digitais. E que em tempos de globalização, coloca-se à escola outro desafio: o de educar para uma cidadania global cabendo-lhe favorecer o desenvolvimento da competência leitora condição imprescindível para o desevolvimento pessoal e plena participação social.
Pode-se afirmar que as novas tecnologias são de fundamental importância na contribuição para a comunidade escolar, uma vez que ao adotá-la como um dos recursos didáticos na sala de aula tem-se a contribuição para o crescimento intectual e a construção de novos conhecimentos dos nossos alunos, nesse sentido as pessoas com mais experiências têm um papel fundamental no contexto atual.
De acordo com Marques pode-se afirmar que a contribuição das novas tecnologias possa influênciar no cotidiano escolar e assim torna-se prudente, portanto, analisarmos com cautela a utilização das TICS nos diferentes contextos sociais, pois a tecnologia não deve surgir no contexto social como algo de fora, impactando o cotidiano dos sujeitos (LÉVY, 1999), mas ser fruto das relações sociais, das negociações permanentes desencadeadas para cada uso específico de uma determinada tecnologia.
Portanto entende-se que o uso de determinadas tecnologias não se restrigem apenas ao aprendizado de como operar os artefatos tecnológicos, como também aos possíveis usos necessários daquele artefato. Trata-se de uma realidade que se incorporada à vida das pessoas, não dá para ser diferente. É preciso observar que tudo que fazemos hoje, na escola, nas instituições bancárias, nas universidades, nas fábricas, nos deparamos com aparelhos tecnológicos e informacionais. Estamos diretamente ligados ao uso das novas tecnologias e conscientes de sua incorporação na vida cotidiana. Esse processo promove a adaptação dos sujeitos a um determinado uso da tecnologia e não provoca a reorganização das práticas sociais e das práticas educacionais segundo Alava (2002).
Então com o advento e o desenvolvimento das tecnologias digitais, vivemos e convivemos também em ambientes digitais, produzindo, lendo, preenchendo e trocando diversos gêneros textuais em várias situações que têm se tornado cada dia mais corriqueiro. Sendo assim, tornou-se necessário também se trabalhar com nosso educando como usar novos artefatos para que se torne um bom leitor e escritor usando adequadamente os recursos verbais e não verbais requeridos pelo gênero textual que circulam em nossa sociedade.
Diante disso, nosso trabalho teve como eixo central a necessidade de pensar as propostas educativas, ressaltando as dimensões pedagógicas que despertasse o interesse maior do nosso educando no ato de ler e escrever em diferentes tipos de textos. Buscou-se também refletir sobre estas questões, rever as práticas pedagógicas, possibilitando assim um trabalho dinâmico onde as crianças que são sujeitos socialmente ativos, possam adqurir novas práticas de letramento. Na escola, a relação da lingua oral com a linguagem escrita e da leitura do mundo com leitura da palavra encontra-se em evidência no processo de formação do leitor que precisa de um espaço para falar e registrar suas ideias e expeciências.
Sabe-se que o exercício da docência é uma tarefa que envolve a parceria e a participação de ambas as partes aluno/professor e professor/aluno, portanto é importante ressaltar que essa parceria seja trabalhada com objetividade para que diante dos objetivos propostos os resultados sejam satisfatórios ao âmbito educacional.
Segundo Edgar Morim no artigo “os sete saberes necessários à educação do futuro” (2000,p.6)

A literatura é para os adolescentes uma escola de vida e um meio de adquirir conhecimentos. As ciências sociais vêem categorias e não indivíduos sujeitos a emoção, paixões e desejos. A literatura, ao contrário, como nos grandes romances de Tolstoi, que aborda o meio social, a família, o histórico e o concreto das relações humanas com uma força extraordinária.


É fácil afirmar quão a literatura influencia o nosso meio, e a vantagengem é que ela nos leva a refletir e ver o quanto o ser humano é complexo, pois  a partir de uma leitura ele terá a possibilidade de uma nova construção daquilo que leu. Ao se tratar da leitura, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN- BRASIL, 1998, p.69) apontam que:


A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre alinguagem etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência.


Partindo deste pressuposto Freire (1980, p.3)  explica que ler não é apenas passar os olhos por algo escrito, não é fazer a versão oral de um texto. Ler significa ser questionado pelo mundo e por si mesmo, significa poder ter acesso a essa escrita com determinação e autonomia do que leu, significa construir uma resposta que integra parte das novas informações ao que se é.
Visando contribuir para a efetivação do uso de softwares educativos na educação, o presente trabalho buscou propiciar ao nosso educando atividades diversificadas, utilizando-se de uma metodologia prazerosa, oferecendo práticas de leitura e escrita que envolvessem uma diversidade de gêneros textuais, utilizando-se também de softwares disponíveis no próprio computador, bem como na Internet, permitindo aos alunos a construção de significados a partir de suas leituras de mundo.  Percebendo-se a dificuldade que ainda apresentam nossos alunos em ler, escrever e interpretar, a presente proposta procurou proporcionar métodos significativos de ensino/aprendizagem, buscando torná-los agentes conscientes de que a leitura, interpretação e escrita lhes serão úteis ao seu codiatiano.
O presente relatório visa registrar as ações desenvolvidas no periodo de 25 de julho a 31 de agosto de 2012, na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas Ensino Fundamental e Médio, referentes a modos de ler e escrever através de softwares de autoria na sala de leitura como um dos recursos didático-pedagógico e assim refletir sobre o seu uso em oficinas realizadas com este tema na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas. O projeto teve como objetivo analisar a importância e os benefícios que estes meios de comunicação de massa podem trazer para a educação, ao serem inseridos como instrumentos pedagógicos na escola e na educação.

É importante ressaltar que para se desenvolver um sujeito intelectualmente competente, precisamos ter contato com diferentes fontes de pesquisa e isso acontece através da ação que o ensino-aprendizagem lhe é proporcionado. Junto a este objetivo maior, surgiram mais três outros específicos: Valorizar as produções textuais dos alunos, incentivando a publicação e divulgação das mesmas; promover a reflexão sobre a importãncia da escrita; propiciar situações de práticas leitoras com os diferentes tipos e gêneros textuais; Possibilitar ao aluno o desenvolvimento das capacidades e habilidades lingüisticas: falar, escutar, ler e escrever.
Para garantir um bom desenvolvimento dos objetivos almejados, trabalhou-se com diversos gêneros textuais, chamando a atenção dos educandos para a grande diversidade de leitura que existe no mundo que os rodeia, utilizando-se de métodos e mecanismos inovadores não utilizados convencionalmente na sala de aula. Pois o importante não é apenas aplicar novos métodos, e sim oferecer à comunidade escolar nova maneiras de se apropiar da leitura e escrita,  através da criação de espaços de aprendizagem que propiciem e estimulem a conexão entre os saberes, pois considerando a necessidade de produzir um avanço na qualidade do ensino no Brasil, é de fundamental importância propiciar aos estudantes espaços de contato com a informação e com o conhecimento além da sala leitura aula. E com isso acredita-se que as salas de leituras escolares podem dar sua contribuição na formação de alunos e cidadãos competentes no acesso à informação e no seu uso.
Segundo Lévy (1993), construções internalizadas nos espaços da memória das pessoas foram criadas pelos homens para avançar no conhecimento e aprender mais. A linguagem oral, a escrita e a linguagem digital (dos computadores) são exemplos paradigmáticos desse tipo de tecnologia. Articuladas às tecnologias da inteligência, temos as "tecnologias de comunicação e informação", que, por meio de seus suportes (mídias ou meios de comunicação, como o jornal, o rádio, a televisão) realizam o acesso, a veiculação das informações e todas as demais formas de articulação comunicativa em todo o mundo.
Em razão das Mídias estarem presentes no nosso cotidiano, a educação não pode caminhar distante destes recursos tecnológicos. Foi então que priorizamos o trabalho com diversos tipos de mídias, mesmo aquelas mais tradicionais, enfocando em alguns momentos a câmera digital como uma tecnologia interessante a ser explorada no projeto. Computador com acesso à Internet, para utilização de softweres como o Hagá quê, Tux Paint, Slide show, Cmaptool, pesquisas e elaboração de textos.
Dentre as diversas ferramentas que auxiliam os educandos no processo de aprendizagem tem-se o computador como um grande aliado. O computador, representando as diversas ferramentas da informática e os softwares educativos  usados na educação, torna-se cada vez mais um amplificador de potencialidades na capacitação e aperfeiçoamento de alunos, professores e das próprias instituições de ensino.
Todos conhecem o caráter lúdico das histórias em quadrinhos (HQs) e muitos a consideram uma forma de arte. Além de entreter, as HQs podem auxiliar no processo de ensino-aprendizagem dos mais diversos conteúdos, como geografia, matemática, história, português e idiomas estrangeiros, transmitindo conhecimentos de maneira lúdica, prazerosa e de fácil entendimento, os quais vão ajudar na sua formação pessoal e contribuir para seu desenvolvimento intelectual.
Baseado nestas características positivas das HQs, surgiu a proposta de desenvolvimento do software Hagá Quê, um editor de histórias em quadrinhos com fins pedagógicos. O Hagá Quê foi desenvolvido de modo a facilitar o processo de criação de uma história em quadrinhos por uma criança ainda inexperiente no uso do computador, mas com recursos suficientes para não limitar sua imaginação. E, como resultado do crescente uso por pessoas com necessidades especiais, o software vem passando por um processo de redesign visando melhorar sua acessibilidade.
O TUX PAINT também é um progama educativo perfeito para incentivar a criatividade das crianças, utilizando ferramentas simples de desenhos no computador, o programa, apesar de não possibilitar grandes resultados e de não servir para profissionais, atende às expectativas e faz bem o que promete, apresentando recursos bastante acessíveis ao público infantil. Além disso, por conter a tradução em português, ele pode ajudar no treino da leitura e escrita, proporcionando experiência mais completas para o desenvolvimento do ensino/aprendizagem.
Diante da importância e da necessidade imperiosa do uso das TICs, foram criadas estratégias que potencializem a aprendizagem de nossos alunos, fazendo com eles busquem uma forma dinâmica e prática de utilizar a aprendizagem no seu dia-a-dia e, para isso, construiremos um vídeo ou slade que será confeccionado a partir do desenvolvimento do projeto e apresentado na terceira mostra literária que acontecerá em nossa cidade, divulgando assim a postura do estudante no momento das apresentações públicas com os significativos apredizados e êxito.




2. CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA ONDE FOI EXECUTADO O ESTUDO
A escola base para este estudo foi a Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas- Ensino Fundamental e Médio, que está situada a Rua Manoel Sabino, 189, centro, São José de Seridó/RN. A qual foi costruida em 1975, na gestão do prefeito José do Carmo Dantas, através da lei nº 42/75, de agôsto do mesmo ano, mas só começando suas atividades  normais em 1976,  contando com a coloboração da secretaria de Educação e Cultura do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da portaria nº 0334/76- GS, de 16 de Dezenbro de 1976, que autorizou o funcionamento da referida instituição. A mesma atende alunos do Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano e no momento atende a uma cientela de 508 educandos.
Localizada no centro da cidade, a escola Raul de Medeiros Dantas é uma referência no município, e por ser a única que oferece o Ensino Fundamental, recebe alunos de todos os bairros, bem como da zona rural.
Quanto à estrutura física, tecnológica e pedagógica, apresenta-se de boa qualidade, uma vez que a escola dispôe de um espaço satisfatório para desevolver suas atividades, possui laboratório de informática, sala de recursos multifuncionais, sala de vídeo equipada com projetores multimídia, algumas salas de aula tem TV e DVD, sala de leitura equipada com livros, revistas, gibis, jogos educativos, fantoches, sistema de som e de registro de imagens digitais, biblioteca com um bom acervo e uma variedade de outros equipamentos tecnológicos que dão suporte ao trabalho pedagógico e administrativo.
Percebe-se que os seguimentos que compõem a instituição apresentam um bom relacionamento. Os profissionais participam atualmente de cursos de capacitação, como Introdução à Educação Digital, do Proinfo, Plataforma Freire, Mídias em Educação, AEE, Conselho Escolar, Música, pela UFRN, entre outros.
Quanto à gestão, apesar   de não existir ainda o processo de eleição para escolha de gestores, existe um espaço de diálogo democrático, onde as decisões são pautadas nas deliberações do Regimento Escolar, Conselho Escolar, Conselho de classe e nas orientações do projeto político Pedagógico que está em fase de reestruturação.
O presente relatório visa registrar as ações desenvolvidas no periodo de 25 de julho a 31 de agosto de 2012, na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas Ensino Fundamental e Médio, referentes a modos de ler e escrever através de softwares de autoria na sala de leitura como um dos recursos didático-pedagógico e assim refletir sobre o seu uso em oficinas realizadas com este tema na Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas. O projeto teve como objetivo analisar a importância e os benefícios que estes meios de comunicação de massa podem trazer para a educação, ao serem inseridos como instrumentos pedagógicos na escola e na educação.

Diante do contexto atual em que estamos vivendo, tornou-se imprescindível um olhar diferenciado para as práticas de leitura e produção textual principalmente na Sala de Leitura, utilizando-se de modos diversificados de leitura e escrita. Para tanto estão sendo implementados e efetivados métodos inovadores que chamem a atenção dos nossos educandos na sala de leitura do Ensino Fundamental. Por meio destes observou-se no período de 25 de julho a 31 de agôsto de 2012 a turma no 3ª 1 do Ensino Fundamental 1, do turno matutino, da escola municipal Raul de Medeiros Dantas- Ensino Fundamental e Médio da rede pública de ensino da cidade de São José do Seridó - RN.
As observações se deram da seguinte forma: Ao ministrar as oficinas procuramos registrar tudo o que acontecia durante a execussão das mesmas através de fotografias e de um diário de campo, escrito para assim poder relatar todas as atividades desenvolvidas durante a realização dos trabalhos. No final de cada observação, recolhemos e fotocopiamos todas as atividades realizadas em cada oficina ministrada na sala de leitura, no laboratório de informática e na sala de recursos multifuncionais para um melhor esclarecimento. Para o registro de nossas ações, inicialmente faremos uma descrição da escola, dos professores parceiros na execussão do projeto, dos alunos, do material didático utilizado e finalmente da nossa relação com os alunos.
O trabalho realizado com a turma do 3ª ano1, turno matutino, seu deu no período de 25 de julho a 31 de agôsto do corrente ano através de oficinas realizadas nos diversos locais apropriados para que todas as atividades ministradas tivessem um bom êxito. As crianças gostaram muito da metodologia aplicada: na primeira oficina que acorreu no dia 25 de julho, as crianças divertiram-se fazendo a leitura da poesia de Elias José Tem tudo a ver, pois aconteceu num ambiente diferente e de maneira não convencional ao local de sempre que é a sala de aula ou a sala de leitura, dava pra notar a satisfação de cada um ao fazer sua leitura deleite, não houve resistência dos mesmos quanto à indicação do texto, o mesmo é agradável, de facil entendimento e coerente com a realidade das crianças. Percebemos também que devido ser uma poesia e as freses serem curtas, poucas foram as dificuldades encontradas na interpretação e entonação de voz na hora de ler individualmente. Foi um sucesso! Algumas crianças escolheram outros textos e outras  mantiveram-se lendo a mesma poesia para entender melhor .
Os envolvidos no referido processo foram professores, equipe pedagógica e alunos do 3º ano 1 da Escola Municipal Raul de Medeiros Dantas Ensino Fundamental e Médio.
Neste trabalho a professora titular da turma Ozória Maria Bezerra Dantas, junto ao professor do laboratório de informática, somando-se a nós, desempenharam o papel de mediadores dos conhecimentos, onde buscamos construir juntos com os alunos, mecanismos para o desenvolvimento das atividades propostas.
A equipe pedagógica e professores atuaram nas orintações necessárias para um bom desenvolvimento dos trabalhos e os alunos desenvolveram as atividades propostas para melhor reconhecer e comprender diferentes gêneros textuais, ampliando assim sua capacidade leitora e produtora de textos. Convém ressaltar ainda que a realização do projeto se deu através de três etapas, conforme se pode ver no capítulo a seguir.


3. ETAPAS DESENVOLVIDAS.

3.1 Fase 1: Sensibilização.
No dia 25 de julho do ano em curso, na sala de multimídias da escola anteriormente citada, foi feito uma explanação geral para transmitir aos alunos e demais membros da escola a importância desse projeto em função da melhoria no ato de ler e escrever bem. Para isso, nos apropriamos de alguns recursos tecnológicos para mostrar as novas formas de ler e escrever; através de uma aula expositiva utilizei o datashow para fazer uma explanação do projeto e aproveitando o momento fizemos a leitura de pequenos textos dentre os quais foi lida fábulas, poesias e poemas para apresentar aos mesmos que tipos de textos iriam ser aplicados no desenrolar dos trabalhos. As fábulas foram lidas inicialmente como motivação para que as crianças se familiarizassem primeiramente com essa nova metodologia que era a de lê através de outro instrumento que não fosse os livros, tendo sido bem aceito por toda essa nova maneira de praticar leituras.
Diante das leituras realizadas observamos o envolvimento, interesse e desempenho de todos, pois se encontravam num local aconchegante e praticando a leitura de modo diferente, foi positivo esse momento de leitura e descontração onde foram tiradas lições de vida e bons ensinamentos, além de estarem praticando a leitura deleite.

3.2 Fase 2 : Desenvolvimento das Atividades com os Softwares
No dia 25 de julho foi ministrada a 1ª oficina no laboratório de informática onde as crianças fazendo uso de computadores com acesso à internet pesquisaram a poesia de Elias José “Tem Tudo a Ver”. Fizeram a leitura da mesma e tiveram a oportunidade de descobrir que por meio desse veículo de comunicação, poderiam ter mais opções de leituras. Nesta oficina foi observada a interação entre os mesmos, houve troca de expêriencia, de ajuda mútua, cada um querendo ajudar ao outro a superar as difilculdades enfrentadas, tanto no manuseio em operar o computador como na leitura dos textos. Diante do sucesso e apredizagem obtidos nessa oficina, entende-se que esses tipos de metodologias inovadoras devem ser trabalhadas em sala de aula. Para embuir nos mesmos e ajudar a desenvolver o gosto e o hábito de ler, foi imprescidível enfocar a leitura de maneira descontraída e prazerosa nas atividades desse momento oportunizando as crianças uma leitura global de textos encontrado no seu convívio social e ressaltamos, também, a importância de vivermos na era digital que diante de tantos artefatos modernos como são as TICs e outros, nosso educando não se contenta com os métodos tradicionais, embora estes não possam ser excluídos dos métodos de ensino/aprendizagem.
Dando continuidade aos trabalhos no dia 30 de julho ministramos a segunda oficina, dessa vez as crianças foram conduzidas até a sala de recursos multifucinais para mais um momento de contato com a leitura e utilizando o datashow interligado ao computador com internet. Lá, acessamos o site www.contandohistoria.com, escolhemos na página 1 Histórias Divertidas e fizemos a leitura das seguintes historinhas: O gatinho Trapalão, Maricota a vaca vaidosa, O sapo Jurubeba, e o palhaço mocotó, após a leitura, resolvemos  fazer algumas perguntas para investigar se houve interpretação e aprendizado do que se tinha lido, de acordo com os resultados  foi possível observar que foi bastante produtivo o entendimento, foram tiradas lições de vida, sem falar da empolgação  que cada um demonstrava  ao ler o texto escolhido, além de praticar a leitura como fonte de aprendizagem e prazer.  Foi muito divertido, pois como bem mostra o site da página acima citada, houve um envolvimento total das crianças com os textos apresentados das Histórias Divertidas.
Com o propósito de nortear os trabalhos sobre leitura e escrita, no dia 08 de agôsto se deu a 3ª oficina na sala de leitura local convicional dos trabalhos diários com as turmas que por lá são atendidas.  Como a poesia e o poema fazem parte do nosso acervo e é um dos textos convidativos de se ler, nessa oficina trabalhamos ouvindo e lendo poemas e poesias para se ter um conhecimento mais abrangente do que estamos lendo, pois sabemos que existe uma pequena diferença entre poesia e poema.
No início de seu livro, O Arco e a Lira, o escritor e poeta Octavio Paz, afirma que a poesia é, entre as demais coisas que ele enumera “um método de libertação interior.” E ainda “…a poesia revela este mundo; cria outro…”. Portanto, sugere estarmos diante da revelação de outro mundo, isto é, do inconsciente ou imaginário, que é algo bem distinto a todos os demais conhecimentos que possuímos hoje da dita realidade.Para Paz, o poema seria uma forma - como forma é a estátua do escultor; a sinfonia, sonata e balada do músico; um filme, uma pintura, entre outros. E a forma do poema é a convenção estética, na qual pode habitar a poesia, que é o resultado artístico da relação entre ser humano e estado poético. Essa relação é o lugar de encontro entre o poeta e o estado poético, para dela emanar poesia. Nós acrescentaríamos a isso, o seguinte: a poesia expressada, escrita (poema), não seria precisamente a poesia-em-si, pois ela já existiu na fusão emocional, antes de adquirir a forma. Na verdade, seria mais apropriado pensar, ao tratar-se do poema escrito, como uma memória da imagem poética, isto é, do acontecido, que ao ficar gravado, em letras no papel, pode reavivar novos climas poéticos nos leitores, podendo estes vir a ser poetas se conseguirem gravar artisticamente as emoções resultantes.  (Revista de Cultura Agulha, 2006)

Então, esta é a diferença: quando falamos em poema, estamos tratando da obra, do proprio texto: e, quando falamos em poesia, tratamos da arte, da habilidade de tornar algo poético. Feito os esclarecimentos entre poema e poesia começou-se os trabalhos de leitura nesse momento com o poema de Elias José Caixa mágica de surpresa, foi mais um momento de prazer com as crianças. Novamente em círculo fizemos uma leitura silenciosa seguida e outra compartilhada por todos e consequentemente fomos trabalhar a interpretação do texto onde foram feitas as seguintes perguntas: Qual o título do texto? De que falava o texto? Que outro título eles dariam ao texto? Que mensagem o poema tinha trazido pra eles?  Em seguida cada aluno declamou uma estrofe para assim  observarmos a desenvoltura, a entonação de voz e pontuação, além de  estar incentivando o gosto e o prazer em  ler esse tipo de texto.
Foram proveitosos os resultados dessa oficina, a participação foi geral, cada um que se empolgava em demonstrar suas habilidades de como se declamava um poema, usando o timble de voz adequada para assim puder demonstrar para a clientela que os assistia suas habilidades em  ler um texto literário. A pesar de nem tudo ser perfeito, ainda existem aquelas crianças que ainda não se deram conta que é através da leitura que nos tornamos seres conscientes e reflexivos, conforme está escrito na revista Presença Pedagógica pag 34 v.18.n.103. Jan. /fev.2012 de acordo com (LIMA, 2007). Textos científicos e literatura têm um papel fundamental na formação do aluno: sua capacidade de lidar com o conhecimento formal são determinados, em grande parte, pelas  capacidades de compeensão na leitura de textos linguistícos elaborados.
No dia 14 de agôsto nosso encontro foi na sala de leitura de maneira descontraída e agradável, convidamos todos a sentarem em círculo e comecei a expor meu objetivo, que no momento era de trabalhar a leitura brincando com as palavras e rimas e como trabalho os textos em consonância com os projetos que estão sendo desenvolvidos na sala de aula, trabalhamos o texto A CASA e o SEU DONO também do autor ELIAS JOSÉ, distribuímos o texto fatiado e pedimos para se agruparem de dois em dois, em seguida feita a leitura silênciosa e consequentemente a apresentação do texto destacando as rimas contidas no mesmo para dar ênfase ao projeto que estava sendo desenvolvido na sala de aula com a turma e assim seguir com os trabalhos sobre o folclore. Dando prosseguimento  à oficina chegou a hora das apresentações onde cada um fazia a leitura de um verso e o outro respondia, foi muito proveitoso esse momento,  pois até aqueles mais tímidos participaram com a ajuda do colega.
No dia 21 de agôsto, no Laboratório de Informática, dando continuidade com as oficinas, alunos do 3º ano 1 elaboraram histórias coletivas no Hagá Quê; O Hagá Quê é um editor de texto de histórias em quadrinhos com fins pedagógicos, ele tem como proposta facilitar o processo de criação de uma história em quadrinhos por uma criança ainda inexperiente no uso do computador. Para a utilização e download destas ferramentas, ou obter maiores informações sobre os softwares Hagá Quê visite o site www.hagaque.cjb.net.
A História em Quadrinhos se constitui em um recurso execelente que une imagem e texto para trabalhar a linguagem. Mesmo não sabendo ler, a criança consegue fazer a “leitura” de uma história. O fascínio pela imagem pode fazer com que as crianças, ainda não alfabetizadas, compreendam um texto pela simples obsevação da sequência de imagens. Ao mesmo tempo, esta ferramenta e a metodologia utilizada promovem uma movimentação extra para a produção e a leitura de textos por alunos já alfabetizados ou com maior grau de instrução. Assim, o Hagá Quê foi apresentado aos alunos, explorando o manuseio e funções; Dispostos em círculo, através de uma conversação inicial, realizamos uma demonstração através do uso do retoprojetor instrumento multimídia, de como funciona esse software para que os alunos entendessem o objetivo proposto  e como iriam utilizá-lo. Em seguida os alunos pesquisaram figuras coletados previamente no programa e dentre essas figuras escolheram quais seriam acrescentadas  à História em quadrinhos a ser construída.
Para essa elaboração do texto as frases foram escolhidas para serem digitadas de acordo com a figura em questão. Onde normalmente são construídos em média oito quadrinhos, contendo o título, o desenvolvimento da história e seu desfecho final.
No dia 28 de Agôsto se deu a 6ª oficina no laboratório de informática onde as crianças novamente fizeram uso do computador para desenvolver uma atividade utilizando as ferramentas de texto do software denominado o Tux Paint. As crianças foram descobrindo novas formas, linhas, cores, desenhos, efeitos etc.., e fazendo uma leitura prezerosa e seguindo as instruções que o programa requer para a execução das atividades. Construiram pequenos textos identificando assim a importância de mais um método utilizado no ensino/apredizagem do momento atual.
Foram construidos acrósticos utilizando as palavras SOCIEDADE, FAMÍLIA e EDUCAÇÃO, pois acrósticos são formas textuais onde a primeira letra de cada frase ou verso formam  uma palavra ou frase. Podem ser simples, com frases ou palavras que não tenham ligação entre si ou podem mesmo ser encerramento de uma poesia. Para a construção dos acrósticos, as crianças utilizaram as palavras trabalhas anteriormente na sala de leitura. Foi outro momento de grande apredizagem e o que observamos de importante foi novamente a interação entre eles, no momento as dificuldades por eles encontrada foi maior, pois para muito deles o acesso a esse tipo de tecnologias era limitado, portanto a grande importância de inserir no proceso de ensino e aprendizagem mecanismos como estes que vai dar um entusiasmo maior no momento de  desenvolver as atividades pedagógicas.

3.3 Fase 3: Trabalhando com Slide Show e Vídeos.
No dia 31 de agosto, utilizando-se  do computador, foi construído um slide show pelos alunos e professores com  os registros das atividades desenvolvidas durante a execução     e realização do projeto para apresentar a comunidade escolar, como também na amostra literária que acontece anualmente em nosso município. Este foi também para nós um momento de muito aprendizado, pois diante do desenpenho das crianças com esses novos meios tecnológicos muitos dos educadores deixam a desejar nas habilidades que os mesmos desenvolvem. Eles se sentiam gratificantes por poder nos ajudar na elaboração dos slides show, cada um que queria dar a sugestão de como ficaria melhor e assim concluímos a elaboração do mesmo. Foi nesse momento de aprendizagem junto a eles que pudemos notar quanto nós educadores devemos estar atenados para com o uso diário das TICs no cotidiano escolar.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após as investigações realizadas e procedimentos utilizados com a leitura e escrita através dos softwares e outros mecanismos na sala de leitura, identificadas e descritas nas etapas do trabalho com leitura e produção textual, foi possível constatar que as ações desenvolvidas na referida escola constituíram uma experiência enriquecedora. Na verdade trata-se de uma experiência singular que os alunos apresentaram interesse pelas atividades que lhes foram atribuídas através de uma metodologia inovadora bem sucedida porque partiu de situações necessárias e do interesse de aprendizagem.
Entendendo a sala de leitura como um espaço de produção cultural para as crianças, selecionamos textos de obras literárias, tendo em vista a qualidade dos mesmos onde fosse possível apreender e vivenciar com as crianças modos diferentes de leitura e escrita, assim esse projeto enrriqueceu uma turma com 29 crianças diretamente. Com essa metodologia, as atividades ficaram em evidência na ação, reflexão e transformação do fazer pedagógico. Outro aspecto positivo foi a incorporação gradativa dos alunos com a metodologia aplicada gerando uma formação e uma intervenção substancial no fazer pedagógico da comunidade escolar, como também na nossa vida profissional, podendo assim ser difundindo para as demais turmas da referida escola, como também de outras escolas.
Os saberes podem ser conquistados por adulto e criança nas suas interações a partir de seu acesso às práticas sociais e culturais. Ler e escrever bem significa a oportunidade de ação libertadora, capaz de nos inserir no mundo por meio de uma formação de qualidade e repensar as práticas de leitura e escrita nas escolas é direito dos professores e alunos. Este trabalho torna possível afirmar a relevância da formação dos alunos associados à intervenção, num movimento em que teoria e prática dialogam e se colocam a serviço da praxis educativa.
Portanto entende-se que o desenvolvimento do projeto foi de suma importância na formação leitora das crianças e assim veio contribuir para refletirmos e compreedermos melhor como trabalhar de maneira adequada a leitura e escrita na sala de leitura através dos softwares de autoria e outros mecanismos como as novas tecnologias

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDRAUS, Grazy. Educação & Linguagem, Vol. 13, No 22, p. 169-191, 2010.
ARAÚJO, Célia Maria de; FELIPE, Marcos Aurélio. Educação e Tecnologia - Elaboração, Aplicação e Avaliação de Projetos I – Aula 5. Natal, RN: EDFURN, 2007.
ALAVA, Serafim (Org.) Ciberespaço e Formações Abertas: Rumo a Novas Práticas Educacionais? Porto Alegre: Artmed, 2002.
Bim, silva Amelia. Hagá Quê – Editor de História em Quadrinhos / Silvia Amélia Bim – B51h – Campinas,[ S.P.:s.n.], 2001.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa/Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF, 1997. 144p.
LÉVY, Pierre. A inteligência coletivaPor Uma Antropoplogia do Ciberespaço. São Paulo; Loyola, 1998.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1999.
MARQUES, Osório. A Escola no Computador - Linguagens Rearticuladas, Educação Outra. Unijui/RS: ED. Unijui, 1999.
MORAN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. Brasília/São Paulo: Unesco/Cortez editora, 2000.
NOVA ESCOLA. Março 2005. “Como Criar Uma Escola Acolhedora” p.52. FREIRE, Paulo.
VIRILIO, Paul. O Espaço Crítico. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1994.
O Que é o HagáQuê? Disponível em: http://pan.nied.unicamp.br/~hagaque/explicacao.php?lang=pt-BR. Acesso em 06 de Julho de 2011.
Edgar Morin. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Disponível  em: http://www2.ufpa.br/ensinofts/artigo3/setesaberes.pdf. Acesso em 22 de julho de 2012.

Sartoro, Edimar Roberto de Lima. Leitura Para Além das Quatro Paredes Disponível em: http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/leitura-para-alem-das-quatro-paredes.html. Acesso em 14 de agôsto de 2012.

Gaffuri, Pricila. Menegassi, Renilson José. A LEITURA E A PRODUÇÃO TEXTUAL NO ENSINO FUNDAMENTAL. Disponível em http://www.escrita.uem.br/escrita/pdf/pgaffuri.pdf com acesso em 12 de agôsto de 2012.
Brito, José Carlos A. O estado poético em Octavio Paz, Jung e Frei Cáppio. Disponível em: http://www.revista.agulha.nom.br/ag50brito.htm com acesso em 19 de setembro de 2012.

























6. ANEXOS











Figuras 1 e 2. Apresentação do Projeto na turma do 3º ano 1.








Figura 3. A turma no laboratório de informática fazendo uso do computador para ler a poesia “TEM TUDO A VER” de Elias José.







Figuras 4 e 5: A turma na sala de multimídias ouvindo e lendo poema, poesias e histórias infantis.








Figura 6: A turma do 3º ano1 na sala de Leitura lendo e ouvindo o  poema “A caixa de Surpresa” do Autor Elias José, para conhecer um pouco mais.







Figura 7: A turma na sala de leitura brincando com emoções e palavras através da poesia “A casa e o Seu Dono” do autor Elias José.






Figuras 8 e 9: A turma na sala multifuncional e no laboratório de informática para construir  historinhas no software Haga Quê.







Figuras 10 e 11: A turma no laboratório de informática construindo Acrósticos no software Tux Paint.

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